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Imóvel Moeda Forte

21/01/2009

O pior da crise já passou?
Nós da Edisul acreditamos que sim. No Brasil a expectativa em torno da crise foi maior do que seus efeitos. Algumas empresas aplicaram férias coletivas, reduziram produção e anunciaram o cancelamento de investimentos. Entendemos que não se trata do início de um período de recessão, mas sim, um realinhamento, pois, o crescimento esperado anteriormente não se confirmaria. Em alguns casos as férias foram canceladas e a produção retomada.
O governo tem nas mãos fortes instrumentos e demonstrou interesse em aplicá-los. A redução de impostos para algumas cadeias produtivas e a prorrogação dos vencimentos de tributos podem ajudar a manter os níveis de produção. Os investimentos públicos em setores de infraestrutura são fundamentais para manter o mercado ativo. O próprio estado que vinha há anos com baixíssimos níveis de investimento acena com alteração deste quadro. Com o ajuste da casa, atingindo o déficit zero, será possível retomar investimentos.
Externamente, a posse do novo presidente americano e seus primeiros atos à frente da maior economia mundial serão decisivos para ditar o ritmo da recuperação.
E os imóveis?
O ritmo de crescimento que o país estava implementando fez surgirem diversos lançamentos no mercado imobiliário. Apesar da sensação de excesso, nosso mercado tem condições para suportar estes lançamentos. Viemos de um longo período de retração onde a oferta não acompanhava o crescimento da demanda, ampliando ainda mais nosso histórico déficit habitacional.
Do lado do comprador a crise não afetou a oferta de crédito, seja direto com os incorporadores ou através do Sistema Bancário.

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